quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Contra fatos não há argumentos.



CHIIIII - CLEEEE - TEEEEE... Oba! Oba!

Chicleteira, maluquete, tiete do chiclete...

Não nego nenhuma dessas acusações!

Quem quiser que me processe, me grite, me inveje, me deteste, me imite, admire, que me irrite, que me agüente, que me ignore, que me ame, que me chame (e se me chamar eu vou!)...

Sou abençoada por Deus e resolvi ser mais que mera espectadora da minha vida!

Aos companheiros de chicletismo, chicletice, chiclerose, chicleterismo... só uma perguntinha:

“Me diz como foi amar a vida que um dia te fez flutuaaaar?”
=)

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Are you bored? Don't be...




O tempo parece que parou...




.





...e o tempo parece que passou.

Campanha de Solidariedade aos Elefantes...


SEI EXATAMENTE COMO ESSE ELEFANTINHO INDEFESO SE SENTE... RSRSRSRSRS


QUANDO ALGUM SER HUMANO PIEDOSO VAI INVENTAR A ACADEMIA EM COMPRIMIDOS MASTIGAVEIS SABOR CHOCOLATE, MAC CHEDDAR, MORANGO COM CHANTILLY...????

Perdi meu manual de instruções…

Acho que se fizéssemos recortes em várias músicas, filmes e livros... Se reuníssemos personagens suficientes, seria possível, ao menos, um esboço fajuto do que somos e de como nos sentimos sobre nós mesmos, sobre os outros, sobre as coisas... sobre o mundo e a vida.

As vezes ouço Djavan e gosto quando ele canta que “nem que eu bebesse o mar, encheria o que eu tenho de fundo” ou “sabe lá, o que é morrer de sede em frente ao mar... sabe lá”.

Também é legal quando Legião canta “que é só você que tem a cura pro meu vício de insistir nessa saudade que eu sinto de tudo que eu ainda não vi”... e canta ainda “eu tenho andado distraído, impaciente e indeciso, e ainda estou confuso só que agora é diferente... quantas chances desperdicei quando o que eu mais queria era provar para todo mundo que eu não precisava provar nada pra ninguém... me fiz em mil pedaços pra você juntar e queria sempre achar explicação pro que eu sentia.. mas não sou mais, tão criança, a ponto de saber tudo....já não me preocupa se eu não sei porque, as vezes o que eu vejo quase ninguém vê, eu sei que você sabe quase sem querer/mesmo sem saber, que eu quero o mesmo que você/que eu sei o mesmo que você... (Essa é covardia, né?)

E tem ainda Adriana Calcanhoto dizendo que anda pelo mundo prestando atenção em cores que não sabe o nome... E Vinícius de Morais ensinando que quem já passou por essa vida e não viveu, pode ter muito, mas sabe menos... E aí entra Cazuza... com metamorfoses ambulantes, exagerado como sempre... Seguido por Raul Seixas e aquele papo de que “às vezes você me pergunta por que que eu sou tão calado...”

Na literatura, nos filmes, nas outras pessoas... Estamos buscando identidade, estamos desesperadamente aflitos por coincidências e semelhanças. Por que expor tanto de nossos sentimentos, nossos momentos? Seja no Twitter, Orkut, ou sei lá mais onde?!


Para satisfazer aquele desejo secreto que sentimos de que alguém nos procure e diga: “A-há! Te achei! Eu entendo!”...

Porque precisamos de aceitação, porque temos necessidade de compartilhar o que somos e como somos com as pessoas... Porque é um alívio, mesmo que não percebamos, quando ninguém fala que somos absolutamente freaks... Ou se nos chamam de freaks, loucos, extraterrestres, é com um “quê” de admiração, de cumplicidade... Ufa!

Tem uma música de Pitty em que ela fala: “até parece que você já leu meu manual de instruções porque desvendava os meus gestos...” (algo assim..)


Talvez, secretamente, tenhamos tanto desespero e curiosidade para nos entendermos, nos encontramos dentro de nós mesmos, que buscamos alguém, algum lugar, alguma forma de recuperar esse tal manual de instruções... e quem sabe não pudéssemos entregá-lo aos que queremos que nos amem? Mães, pais, amigos, filhos, namorados, esposas, primos, colegas... E aí não teriam mais desculpas para nos decepcionar ou magoar.. Porque saberiam com exatidão, através da leitura desses preciosos manuais, que botões apertar, que gestos escolher, que verdades e que mentiras contar... Será que esta seria a solução? A cura? O fim da sede?

Lamento muito gente... mas só posso concluir que tudo isso serviria apenas para que encontrássemos novas fontes de dúvida e insegurança. Com um manual, nasceria a convicção de que “só pode ter ocorrido um equívoco, um atraso na atualização”... “e se eu for exceção, e se trocaram meu manual por outro... e se vim com um defeito e esse manual não me serve?” E encontraríamos ou comporíamos novas músicas... apreciaríamos novas personagens... continuaríamos insatisfeitos...

É muita gente, é pouca gente. É muito barulho, é pouco barulho. É muito peso, é pouco peso. É muito tempo, é pouco tempo.

É da nossa natureza. Precisamos do nosso mundinho. Como na canção de Guilherme Arantes: “eu que tinha tudo hoje estou mudo, estou mudado... daria tudo por meu mundo e nada mais”.

Fazemos de tudo para garantir um lugar no Mundo.. mundo mundo mesmo... E quando conseguimos.. achamos que nos tiraram a privacidade, a liberdade, a identidade... Moral da estória? Não existe A moral da estória... cada um tira o seu! Simples assim...

O “não saber” e o “poder fantasiar” são dádivas! É a incerteza que alimenta a esperança. Por isso temos motivação de continuar buscando... de insistir em conhecer a nós e aos outros.. em nos dar a conhecer!

Se alguém encontrar meu manual de instruções... por favor.. nem me conte! Faz o seguinte: cuida bem dele... e de vez em quando me chateia, só pra eu não desconfiar! Não quero fazer o papelão de surtar pra provar a alguém que sou “in-conhecível”. Principalmente se esse alguém for eu.

I Hope You Don't Mind...



(written by: Elton John)

It's a little bit funny this feeling inside
I'm not one of those who can easily hide
I don't have much money but boy if I did
I'd buy a big house where we both could live

If I was a sculptor, but then again, no
Or a man who makes potions in a travelling show
I know it's not much but it's the best I can do
My gift is my song and this one's for you

And you can tell everybody this is your song
It may be quite simple but now that it's done
I hope you don't mind
I hope you don't mind that I put down in words
How wonderful life is while you're in the world

I sat on the roof and kicked off the moss
Well a few of the verses well they've got me quite cross
But the sun's been quite kind while I wrote this song
It's for people like you that keep it turned on

So excuse me forgetting but these things I do
You see I've forgotten if they're green or they're blue
Anyway the thing is what I really mean
Yours are the sweetest eyes I've ever seen

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ops...

"There is nothing like returning to a place that remains unchanged to find the ways in which you yourself have altered." (Nelson Mandela)

terça-feira, 17 de novembro de 2009

DIETA

E quem disse que dieta é sinônimo de emagrecimento? Pode ser dieta de engorda, não é? Pode ser dieta de atleta.. pode ser dieta de gordinho!
Pois bem.
Mania feia e esquisita essa nossa de associar nomes, situações, coisas... Quem nunca falou em "Fulana de Sicrano" ou "Beltrano de Fulustreca"? Bom... o problema não está exatamente na associação... mas na "vinculação".
Primeiro que o ser humano tem esse costume de tomar posse das pessoas e coisas (como se isso fosse sempre possível...). Dizemos "meu pai", ""minha irmã", "meu namorado", "meu filho"... e aí dizemos "meu cachorro"... "minha casa".."meu emprego"... "minha viagem"..."meu país"! Até mesmo igualando coisas tão diferentes e de importâncias tão desiguais!
Bom... vícios de linguagem à parte, SEU coisa nenhuma! Sinto muito!
O emprego que é seu, mas é da firma, mas é do mercado, mas é da economia, mas acaba não sendo de ninguém... Não é seu porque pode ser tirado a qualquer momento.
Até a riqueza! As religiões ensinam que somos tipo depositários de Deus.. meros depositários! Ele pode dá-la ou retirá-la conforme Lhe aprouver..
Falando em Deus, Papai do Céu.. acho que este conceito não é estranho... Este mesmo de "Deus". Meu Deus! ou... "Ah... esse seu Deus não é de nada!"... Alá, Jeová... Uma rosa é uma rosa, não importa como decidamos chamá-la ou que idioma escolhamos.
Nem critico aqui quem fala... mas quem tem a presunção de interiorizar isso... quem realmente ACREDITA que é dono de algo... bom, quer um conselho? "Sente e chore".
Nem seu corpo que lhe acompanha do começo ou fim da vida na Terra é exatamente seu.. que dirão as outras coisas... as pessoas!
Corpo. Você pode se matar (legalmente)? Pode pedir a um médico que encurte sua vida? Pode tirar pedaços seus e distribuir sem autorização médica/judicial? Alguém pode até dizer que irá tatuar, furar, mutilar ("...é meu corpo, tatuo, furo, corto se quiser!") ...
Mas se é "seu" corpo, então porque a sociedade não aceita nenhuma dessas práticas de maneira unânime? Bem.. talvez seu corpo não seja tããããoooo seu.
E não sendo assim tão seu, seu mesmo pra valer... Talvez seja mais fácil, ou menos difícil, entender porque você também não pode protegê-lo... resguardá-lo... garantir sua integridade moral e material. Impedir que alguém lhe viole, lhe machuque, lhe agrida, lhe mutile.
Acontece que caixão não é baú. Então há bem pouca coisa que podemos dizer que conquistamos realmente e ter a certeza de que ninguém poderá nos privar dela(s). E o corpo, a família, o emprego, a casa, e até mesmo os direitos civis e constitucionais não fazem parte desse pacote que é "indiscutivelmente seu".
Sua honra, sua consciência, suas boas ações, suas experiências, as lições aprendidas, os sentimentos cultivados... estes sim... estes você pode encher a boca e dizer: "É MEU E NINGUÉM TASCA!"
Vamos fazer dieta. Dieta de combate à ignorância... tentar nos abstermos um pouco disso. Essa é uma boa dieta. E que tal dieta de cultura? Ler, aprender, ensinar, ver, participar... incrementar nossa bagagem cultural.. Nada mal, hein!? Dieta de afetos... a partir de agora as mágoas e rivalidades estariam excluídas do menu... só os bons sentimentos em relação às pessoas e à vida podem fazer parte da alimentação... a alimentação da alma!
Como disse Shakespeare... vamos plantar "nossos" jardins, ao invés de esperar que nos tragam flores... Mas que este pensamento possa ultrapassar o sentido literal das palavras... que os jardins das nossas almas (e as almas, eu acredito que são nossas... criadas por Deus e realmente nossas!) possam estar sempre repletos das flores dos bons sentimentos e das boas ações...
Não adianta depositar toda espectativa de felicidade em alguém, gente!
Precisamos nos amar, nos 'florir", nos valorizar e nos tornamos "valorizáveis e amáveis".
Se você não se ama, não se curte, não se admira... por que alguém iria acreditar que há no seu coração algo para amar, na sua companhia algo para curtir e no seu caráter algo para admirar???
Que sejamos metade amor... e a outra metade também.
Don't you worry... about a damn little thing... 'cause every little thing is gonna be allright... ;)

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Receita de Vinícius de Moraes...

... PARA VIVER UM GRANDE AMOR

Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso - para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas, poxa! é de colher... - não tem nenhum valor.

Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro - seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma espada - para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, vos digo, é preciso atenção como o "velho amigo", que porque é só vos quer sempre consigo para iludir o grande amor.

É preciso muitíssimo cuidado com quem quer que não esteja apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado pra chatear o grande amor.

Para viver um grande amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de que não existe amor sem fieldade - para viver um grande amor.

Pois quem trai seu amor por vanidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível liberdade que traz um só amor.

Para viver um grande amor, il faut além de fiel, ser bem conhecedor de arte culinária e de judô - para viver um grande amor.

Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é preciso também ter muito peito - peito de remador.

É preciso olhar sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor.

É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista - muito mais, muito mais que na modista! - para aprazer ao grande amor.

Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor...

Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs - comidinhas para depois do amor.

E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica, e gostosa, farofinha, para o seu grande amor?

Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto - pra não morrer de dor.

É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer "baixo" seu, a amada sente - e esfria um pouco o amor.

Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia - para viver um grande amor.

É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que - que não quer nada com o amor.

Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva escura e desvairada não se souber achar a bem-amada - para viver um grande amor.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Um brinde!!!

...dedicado à minha mami =)


Bom... depois de um abandono total do meu blog... resolvi criar vergonha na cara e voltar a escrever! Um brinde a isso! Um brinde às coisas boas que se passaram e nunca foram registradas por mim.. mas tampouco serão esquecidas! E um brinde às lições que aprendi com os problemas, decepções, baques que levei.. porque também isso fez de mim o que sou hoje.
Essa foto foi tirada no casamento da minha muito amada amiga Camila Lima... Representa um momento de encontro com muitos amigos, de realização dessa amiga que amo "de alma" (sabem como é?), e eu gostei da minha cara nela! Então fica aí... cara nova pro blog que também está com novas cores.. mais alegrinho... e verde fluor está na moda! rsrsrsrsrs.
O ano praticamente está no fim.. meu afilhado lindo (sobre o qual falarei muuuuuuuito no futuro) está quase completando um aninho... eu mesma acabei de fazer aniversário (17/out)... o tempo não pára... Como diz Bill (Shakespeare): não importa em quantos pedaços seu coração seja partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Tudo segue seu curso, e também nossas vidas... Lennon disse que "vida é o que lhe acontece enquanto está ocupado fazendo planos"...
So.. that's to be alive...
Esse ano marcou muito minha vida porque foi um ano de descobertas... Acho que não consigo evitar citações!.. então lá vai... Vinícius de Moraes disse que "A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida"... Pois em 2009 me encontrei muito comigo mesma. Me and myself tiveram ótimas e péssimas oportunidades de conhecerem-se melhor... e (pasmem!) foi nas péssimas que aprenderam mais uma sobre a outra...
Descobri que quanto mais velha fico, mais tempo me sobra!
Descobri que, porque minha mãe sente amor incondicional por mim, isso não significa que ela seja de ferro!
Descobri que eu não sou tão esperta quanto pensei que fosse... nem tão fraca também!
Descobri que não é o tempo que avaliza as amizades, mas a reciprocidade e o amor e respeito genuínos.
Descobri que me anestesiar contra as coisas que não mudam nas pessoas que eu amo não é falta de personalidade, mas demonstração de aceitação. Descobri que as coisas boas não vão acontecer sempre sozinhas... é preciso fazer nossa parte.
E descobri o quanto isso é difícil!
Descobri que não é preciso ter certeza do que se quer antes de começar a fazer alguma coisa... o importante é começar (acho que isso que Shakespeare quis dizer quando falou mais ou menos que "se não sabe para onde ir, qualquer caminho serve").
Descobri que por mais genial que uma pessoa seja, ela não estará incondicionalmente certa (nem se essa pessoa genial for eu! kkkkk).
Descobri que muita gente tem vontade de hibernar... mas nem por isso podemos fazer isso... Huuuum... descobri que não sou um urso?!
Entendi que sou responsável pelos que amo... como diz no Pequeno Príncipe "tu te tornas responsável pelo que cativas".
Descobri que a religião foi capaz de me dar forças quando nada mais pôde... (por religião quero dizer a crença em Deus, numa força maior)...
Descobri que não adianta ensinar algo a alguém que não quer ou não pode aprender... seria como ensinar física na alfabetização!
Descobri que as pessoas que me cobram que eu seja perfeita me amarão mesmo que eu não seja, mesmo que eu cave um buraco no fundo do poço!... o que não é recíproco com aquelas que me estimulam a "relaxar" e "não me cobrar tanto"... Aprendi a diferenciar colegas de amigos. Aprendi a valorizar os amigos.
Descobri a "Lei da Atração" (essa de que fala O Segredo)...
Descobri que se eu não estudar direito, mais cedo ou mais tarde vou sentir nas minhas notas.
Compreendi sobre decepção política.
Aprendi sobre ser filha... e sobre ser uma má ou boa filha. Aprendi que passar a perdoar não basta, quando não se pára de ofender-se!
Descobri que rezar pode fazer diferença.
Descobri que comprar carne é muito chato! (ontem a noite mesmo pensei em jogar fora uma que estava tentando tratar e virar vegetariana!)
Descobri como é complicado administrar uma casa! Nossa! Descobri até que tenho que guardar o arroz na geladeira mesmo cru.. porque tava enchendo de bichinhos pretos! Aprendi a resolver pequenos problemas sozinha (no fim de semana comprei e trouxe um marceneiro para instalar uma chave tetra! rsrsrsrsr).
Descobri que as vezes leva-se muito tempo tentando aprender coisas... mas muuuuuuuuito mais longo é o tempo necessário quando precisamos esquecê-las.
Descobri sobre determinação. Sobre preguiça. Sobre coragem. Sobre medo. Sobre vontade. Sobre desânimo. Sobre mim. Sobre os outros... E quanto mais sei... mais vejo que o aprendizado nunca vai ter fim... mas é um enorme privilégio poder olhar para trás e concluir: Essa aí sou eu!
Tenho um amigo que se chama Stélio e diz que existem dois tipos de pessoas: as inteligentes e as sábias. As primeiras aprendem com os próprios erros, as segundas com os erros alheios. Obrigadãozão do fundo do coração a todos aqueles que me deram oportunidade de aprender ou superar algo... seja me proporcionando chance de viver ou de observar lições valiosas.
Obrigada especial a Papai do Céu.. Muuuuito obrigada mamãe, papai, Jú, irmãos, amigos "daqui" e amigos "de lá" (da espiritualidade). Valhew!